Pra quem gosta de leituras, música, cinema e afins:
Sigam este coelho branco.
Ele também marca a hora, mas de um jeito mais suave e sem cobranças.
Pra quem gosta de leituras, música, cinema e afins:
Sigam este coelho branco.
Ele também marca a hora, mas de um jeito mais suave e sem cobranças.
Se você odeia alguém, é porque odeia alguma coisa nele que faz parte de você…
Se trocarmos a palavrinha ‘odeia’ (sim, porque odiar é algo forte demais e nunca fui presenteada com tamanha força) por se irritar, achar feio, ficar P. da vida, e etc et alli, acho que a frase como um todo se torna quase sempre uma imensa/intensa balela, bem como todos os isomorfismos dela.
Pardon, Sr Hesse, mas nem tudo que reluz é ouro e nem tudo que se generaliza é válido, salvo os teoremas matemáticos devidamente provados (jabá sutilmente básico). Pardon procês também, nobres leitores, pelo chichê demodé, mas acho que há certos mitos que anseiam desesperadamente, feito criança pedindo bala, para serem desmitificados.
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Ando meio perdida de mim enquanto tento me reecontrar.
Doutorado, concursos, outros projetos, leituras (muita leitura), viagens e vez ou outra encontro algo legal pela internet. Foi então que recebi via twitter da Clarinha do fofíssimo blog Bichinhos de Jardim um link para as imagens preciosas de Antoinette Fleur.
Adorei a delicadeza e a força do traço, bem como o fato de se tratar do universo feminino. É claro, que, mesmo com tanta coisa pra fazer e com tanto frio a sentir, sempre há espaço para a vaidade feminina, pra gente brincar de ser mulherzinha, enquanto somos mulheres de verdade.
Lindíssimo.
…And the tears come streaming down your face
When you lose something you can’t replace
When you love someone, but it goes to waste
Could it be worse?
Lights will guide you home
And ignite your bones
Can you really do this?
Please, say YES!
Lembro bem de quando te ‘conheci’. Vi o link do seu blog nos favoritos de uma amiga comum e cliquei. Li e adorei. Futilidades Transgarrafadas. E tudo tão intenso… Adorei também o fato de você morar em Manaus. Lembro que era tudo o que eu queria: uma amizade em Manaus, cidade onde eu passava bastante tempo pesquisando e com grande dificuldade de fazer amigos.
Daí em diante, naturalmente nos tornamos cúmplices. Tudo entre nós casa bem, até mesmo quando discutimos, pois o respeito é sempre soberano. Mas por que diabos eu tô babando sobre a Lays mesmo? Porque resolvemos criar uma lista das 101 coisas que pretendemos fazer (a ideia era fazer em 1001 dias, mas a fadiga, sacomé, né?) e uma das 101 da Lays era me dar um livro de presente, um que eu realmente queria pois o título (A menina que roubava livros) me lembrava umas peraltices de quando era criança.
Foi então que a fofolete resolveu me enviar de presente (sem pensar no preço de uma encomenda Manaus/Rio) tal livro com dedicação e tudo. Ele veio guardadinho em uma caixa virgem de mdf pra eu colorir do jeito que quiser. Fiquei emocionada, arrepiada, dei pulinhos de alegria. Fiquei igual criança mesmo.
Engraçado como as coisas são, sempre que estou um pouco desenganada com o ser humano, vem a Lays e me faz coisas pra me mostrar que alguns são realmente especiais e merecem, de fato, serem guardados numa caixinha mágica. Fofolete, como já te disse, tenho mó orgulho de você ser a minha amiga Amélie. Te adoro e muito obrigada por tentar reestabelecer continuamente minha fé, por não desistir de mim.

And we have to fight for our right to love, forever.
* Fotita gentilmente ‘cedida’ pela Lay