Lembro bem de quando te ‘conheci’. Vi o link do seu blog nos favoritos de uma amiga comum e cliquei. Li e adorei. Futilidades Transgarrafadas. E tudo tão intenso… Adorei também o fato de você morar em Manaus. Lembro que era tudo o que eu queria: uma amizade em Manaus, cidade onde eu passava bastante tempo pesquisando e com grande dificuldade de fazer amigos.
Daí em diante, naturalmente nos tornamos cúmplices. Tudo entre nós casa bem, até mesmo quando discutimos, pois o respeito é sempre soberano. Mas por que diabos eu tô babando sobre a Lays mesmo? Porque resolvemos criar uma lista das 101 coisas que pretendemos fazer (a ideia era fazer em 1001 dias, mas a fadiga, sacomé, né?) e uma das 101 da Lays era me dar um livro de presente, um que eu realmente queria pois o título (A menina que roubava livros) me lembrava umas peraltices de quando era criança.
Foi então que a fofolete resolveu me enviar de presente (sem pensar no preço de uma encomenda Manaus/Rio) tal livro com dedicação e tudo. Ele veio guardadinho em uma caixa virgem de mdf pra eu colorir do jeito que quiser. Fiquei emocionada, arrepiada, dei pulinhos de alegria. Fiquei igual criança mesmo.
Engraçado como as coisas são, sempre que estou um pouco desenganada com o ser humano, vem a Lays e me faz coisas pra me mostrar que alguns são realmente especiais e merecem, de fato, serem guardados numa caixinha mágica. Fofolete, como já te disse, tenho mó orgulho de você ser a minha amiga Amélie. Te adoro e muito obrigada por tentar reestabelecer continuamente minha fé, por não desistir de mim.

And we have to fight for our right to love, forever.
* Fotita gentilmente ‘cedida’ pela Lay

Deve ser bom ter alguém assim que te devolva a sua fé na humanidade.
ainda não li esse livro…
Bjos,
Paulinha
Na verrrdaaade, depois de “Amélie” na minha vida e algumas pessoas que conheci por meio de tal, conclui que através de “Amélie”, acredito que o mundo ainda seja um bom lugar para se viver.
E o ser humano, por consqüência, ainda é um bom ser a ter por perto.
Enfim, obrigada² por apresentar-se e desde então, fazer-se tão especial, Dona Caramelo!