Não sei.
Não sei mais nada e confesso que por hora não quero saber.
As palavras me faltam, o momento me falta, o fôlego me falta.
Me falta o que quero e o que não quero.
Acima de tudo me falta querer.
Me falta tudo e o vazio me preenche.
Aliás, preencheu.
E não há forças em mim pra mudar.
Preciso interromper essa maldita estática de mim.
Juro.
Mas me perco cada vez mais nesse vazio.
E essa perdição tem me consumido um tempo absurdamente enorme.
Logo, até o tempo me falta.
Mas enquanto o tempo morre, enquanto me perco, enquanto nada acontece…será que alguém pode abaixar o volume da música, por favor?

o estranho nisso que vc descreve é que quando estamos nessa maré ruim fica difícil imaginar a vida fora dela. por outro lado, quando estamos fora, mesmo que já tenhamos estado nela algum dia, parece que a gente nem sabe o que é. só fica uma leve lembrança desagradável, que as vezes jogamos pra debaixo do tapete…
esses silêcios, esses vazios… =(
Nessas horas, o que nos resta fazer é deixar o vazio esvaziar.
Eu acredito que esse vazio, essa falta de forças para reagir e mudar.. é tudo uma questão de tempo. Nada como um dia após o outro para nos fazer sacudir a poeira.
Beijo.
Muito bom o novo visual do blog!